Estive pensando no que refere-se sobre direitos autorais.
Isso vem me incomodando, pois eu como escritor sinto a falta de consideração pelos autores de nossa época.
Se tratarmos de grandes pensadores e outros menos visionários, mas que contribuíram para a formação de idéias, que saudosos permanecem em nossas memórias, eu digo, tudo bem, repliquem suas obras e as divulguem, mesmo se caso você atribuir seu nome a autoria do texto, ninguém irá acreditar meu caro. Aqueles que tem o nome grifado em textos conhecidíssimos caberão sempre a eles o prazer da imortalidade.
O que não entendo é quando algum desnaturado, algum filho sem pai, resolve pegar seu texto e divulgá-lo, aproveitando-se de sua escrita, e ainda por cima, com o nome dele.
Eu vos digo: João não é Maria, Maria não é José e José não sou eu. Quando se coloca o seu nome em algum artigo ou poema de outro, demonstrando que aquela obra textual é sua, sem ser, você corre o risco de perder a identidade, ou até mesmo criar uma identidade que não é sua.
O risco hoje em dia está em sites de relacionamento. Semana retrasada aconteceu o pior. Aos leitores assíduos, que já tiveram o prazer de ler os parágrafos espalhados por entre este blog, que puderam ler o texto "Adeus amor" e que gostaram ou se identificaram com cada letrinha de sopa, declaro que neste tempo em que postei, algum infeliz que nem o nome pronunciou em seu "profile", colocou meu texto em seu perfil, alterando data, nome e outras meia dúzia de coisinhas. Confesso que no mesmo dia fui dormir pensando em meu texto, como um filho que lhe é retirado dos braços. Certo, posso ser otário o bastante de postar os textos para que qualquer marmanjo venha e copie, o que não ligo, fico chateado quando copiam e mudam alguma letrinha e principalmente o meu nome.
Então, eu vos digo:
Quando quiseres pegar um texto meu para divulgá-lo, pense antes de alterar qualquer dado, esse é o meu crescimento e minha personalidade, não arranque de mim o que tenho de melhor. É através da escrita que demonstro o que sou, podemos ter pensamentos iguais, mas isso não te dá o direito de ser eu. Não podemos ocupar o mesmo lugar no espaço, lembra. Garanto-lhe que será menos gratificante do que arrancar um doce de uma criança.
LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.
Parágrafo único. Aplica-se o disposto nesta Lei aos nacionais ou pessoas domiciliadas em país que assegure aos brasileiros ou pessoas domiciliadas no Brasil a reciprocidade na proteção aos direitos autorais ou equivalentes.
I - publicação - o oferecimento de obra literária, artística ou científica ao conhecimento do público, com o consentimento do autor, ou de qualquer outro titular de direito de autor, por qualquer forma ou processo;
VI - reprodução - a cópia de um ou vários exemplares de uma obra literária, artística ou científica ou de um fonograma, de qualquer forma tangível, incluindo qualquer armazenamento permanente ou temporário por meios eletrônicos ou qualquer outro meio de fixação que venha a ser desenvolvido;
Isso vem me incomodando, pois eu como escritor sinto a falta de consideração pelos autores de nossa época.
Se tratarmos de grandes pensadores e outros menos visionários, mas que contribuíram para a formação de idéias, que saudosos permanecem em nossas memórias, eu digo, tudo bem, repliquem suas obras e as divulguem, mesmo se caso você atribuir seu nome a autoria do texto, ninguém irá acreditar meu caro. Aqueles que tem o nome grifado em textos conhecidíssimos caberão sempre a eles o prazer da imortalidade.
O que não entendo é quando algum desnaturado, algum filho sem pai, resolve pegar seu texto e divulgá-lo, aproveitando-se de sua escrita, e ainda por cima, com o nome dele.
Eu vos digo: João não é Maria, Maria não é José e José não sou eu. Quando se coloca o seu nome em algum artigo ou poema de outro, demonstrando que aquela obra textual é sua, sem ser, você corre o risco de perder a identidade, ou até mesmo criar uma identidade que não é sua.
O risco hoje em dia está em sites de relacionamento. Semana retrasada aconteceu o pior. Aos leitores assíduos, que já tiveram o prazer de ler os parágrafos espalhados por entre este blog, que puderam ler o texto "Adeus amor" e que gostaram ou se identificaram com cada letrinha de sopa, declaro que neste tempo em que postei, algum infeliz que nem o nome pronunciou em seu "profile", colocou meu texto em seu perfil, alterando data, nome e outras meia dúzia de coisinhas. Confesso que no mesmo dia fui dormir pensando em meu texto, como um filho que lhe é retirado dos braços. Certo, posso ser otário o bastante de postar os textos para que qualquer marmanjo venha e copie, o que não ligo, fico chateado quando copiam e mudam alguma letrinha e principalmente o meu nome.
Então, eu vos digo:
Quando quiseres pegar um texto meu para divulgá-lo, pense antes de alterar qualquer dado, esse é o meu crescimento e minha personalidade, não arranque de mim o que tenho de melhor. É através da escrita que demonstro o que sou, podemos ter pensamentos iguais, mas isso não te dá o direito de ser eu. Não podemos ocupar o mesmo lugar no espaço, lembra. Garanto-lhe que será menos gratificante do que arrancar um doce de uma criança.
LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.
Parágrafo único. Aplica-se o disposto nesta Lei aos nacionais ou pessoas domiciliadas em país que assegure aos brasileiros ou pessoas domiciliadas no Brasil a reciprocidade na proteção aos direitos autorais ou equivalentes.
I - publicação - o oferecimento de obra literária, artística ou científica ao conhecimento do público, com o consentimento do autor, ou de qualquer outro titular de direito de autor, por qualquer forma ou processo;
VI - reprodução - a cópia de um ou vários exemplares de uma obra literária, artística ou científica ou de um fonograma, de qualquer forma tangível, incluindo qualquer armazenamento permanente ou temporário por meios eletrônicos ou qualquer outro meio de fixação que venha a ser desenvolvido;
Título II
Das Obras Intelectuais
Capítulo I
Das Obras Protegidas
Art. 7º São obras intelectuais protegidas as criações do espírito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido ou que se invente no futuro, tais como:
I - os textos de obras literárias, artísticas ou científicas;
XI - as adaptações, traduções e outras transformações de obras originais, apresentadas como criação intelectual nova;
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XI - as adaptações, traduções e outras transformações de obras originais, apresentadas como criação intelectual nova;
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